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quinta-feira, 18 de junho de 2015

PROTEÇÃO DA BIODIVERSIDADE E DOS ECOSSISTEMAS



Planejamento Sistemático da Conservação



O planejamento sistemático da conservação utiliza métodos simples e explícitos para localizar e delimitar novas reservas de modo a complementar o sistema já existente para o cumprimento de metas para conservação de alvos específicos.

O PSC auxilia na elaboração de cenários de conservação que contemplem a proteção da biodiversidade e dos ecossistemas, a persistência de espécies, de processos ecológicos e de paisagens, aproveitando as oportunidades de conservação e minimizando custos. Atualmente, as áreas protegidas são planejadas principalmente para os habitats terrestres, deixando de promover a conectividade para organismos aquáticos e comprometendo a proteção da interface entre os dois ambientes. Isso reforça a importância de estudos integrados, que considerem a conectividade dos ambientes ao longo dos rios e a manutenção dos regimes naturais de vazão.

A efetividade do planejamento sistemático da conservação advém da sua eficiência em utilizar recursos limitados para atingir as metas de conservação, sua defensabilidade e flexibilidade em face de usos conflitantes da terra e a possibilidade de revisão crítica das decisões baseadas no sistema. Inicialmente, planejamento sistemático da conservação tem como objetivos buscar a eficiência e indicar o grau de insubstituibilidade, representatividade, complementariedade e flexibilidade (Margules & Pressey 2000). O princípio da eficiência pode ser contemplado de duas formas: se o custo de conservação numa região for homogêneo, o sistema buscará a menor extensão de áreas possível para cumprir as metas. Entretanto, é de se esperar que regiões com características distintas tenham custos diferentes. Deste modo, o sistema busca a solução que apresenta o menor custo de conservação possível para atingir as metas. O princípio da insubstituibilidade pressupõe que algumas áreas são insubstituíveis, porque são as únicas capazes de cumprir as metas estabelecidas para determinados alvos.

A seguir as etapas do planejamento sistemático da conservação:


Sequência de etapas do processo de priorização

Os principais dados de entrada podem ser divididos nas seguintes categorias:
Alvos de Conservação
Unidades de Planejamento
Custo de Conservação 
1. Alvos de conservação

Alvos ou objetos de conservação são atributos de interesse para a conservação que ocorrem na região de interesse. Como características necessárias, os alvos devem ser bons indicadores da biodiversidade como um todo e devem ser mapeáveis em escala compatível com o estudo. Os alvos de conservação podem ser espécies, habitats, ecossistemas ou quaisquer outros atributos que representem a distribuição da biodiversidade na área de estudo. Uma premissa importante da análise é que os alvos de conservação e demais atributos escolhidos como alvos sejam bons indicadores da biodiversidade como um todo. Essa premissa é aceitável uma vez que muitas espécies pertencentes ao mais diferentes grupos taxonômicos respondem de forma semelhante às variações no ambiente (Rodrigues e Brooks 2007). Desta forma, espera-se que um conjunto heterogêneo de alvos bem conhecidos do ponto de vista de sua distribuição geográfica e história natural irá representar a biodiversidade como um todo. Trindade e Loyola (2011) testaram o desempenho de diversos grupos de mamíferos como indicadores de biodiversidade (“surrogates”) no Cerrado e na Mata Atlântica e obtiveram o melhor resultado em termos de representatividade quando as espécies de distribuição restrita foram utilizadas como alvos. Isso ocorre porque a área necessária para cumprir a meta de conservação de cada espécie de distribuição restrita cumpre parcialmente a meta de muitas das espécies de ampla distribuição, de modo que raramente é necessária a seleção de áreas exclusivamente para cumprimento de metas destas espécies.

2. Unidades de Planejamento

As unidades de planejamento (UP) são subdivisões do território de estudo capazes de resumir e captar as variações ambientais em escala adequada.

Custo de conservaçãoSabe-se que a conservação possui custos de implementação que variam ao longo do espaço de forma positiva ou negativa. Considerando que o planejamento sistemático da conservação busca alcançar o melhor custo/benefício, uma superfície de custo referente à área de estudo é incluída para que as oportunidades (custos negativos) e as restrições (custos positivos) de conservação de uma área sejam consideradas. Assim, áreas com alguma característica desejável que tenham menor custo são priorizadas pelo sistema em detrimento daquela com maior custo de conservação.

A principal vantagem de se considerar o custo de conservação na escolha de áreas é diminuir o conflito na implementação. Quanto menor o custo do conjunto de áreas prioritárias escolhidas, maior é a probabilidade de sucesso na consolidação da conservação nessas áreas. Os principais conflitos ocorrem nos casos em que existe uma elevada diversidade de espécies e/ou endemismo em áreas importantes para produção agrícola, implementação de infraestrutura, ou regiões de alta densidade populacional.

3. Seleção de cenário – MARXAN

A seleção do melhor cenário baseado na escolha por programa de priorização foi a primeira etapa do processo de priorização de áreas. Esta etapa consiste em selecionar um conjunto de unidades de planejamento que atinjam as metas de conservação e tenham a melhor relação entre o custo de conservação e a borda dos remanescentes. Para o processo de seleção foi utilizado o programa Marxan (Ball, Possingham & Watts, 2009). O Marxan usa um algoritmo de otimização baseado em “simulação de tempera” (Simulated Annealig), que é uma estratégia eficiente para encontrar soluções próximas ao ótimo em problemas de grande complexidade. O algoritmo utilizado pelo Marxan usa uma função objetivo para avaliar conjuntos de unidades de planejamentos e assim buscar uma melhor solução. A função objetivo do Marxan é apresentada a seguir:


Cost = custo associado a unidade de planejamento
BML = constante que multiplica os valores de borda da tabela
Boundary = borda associada a seleção de duas unidades contíguas
CFPF = “Conservation feature penalty factor” penalidade associada ao alvo
Penalty = penalidade por não atingir a meta para um determinado alvo
Cost Threshold Penalty (t) = penalidade aplicada caso o custo exceder um limite pré-determinado

Informações técnicas sobre o funcionamento, estrutura de dados e saídas podem ser obtidos no manual do Marxan, disponível na página oficial do programa - www.uq.edu.au/marxan/.

Conheça os projetos do WWF-Brasil que envolvem PSC
PSC Cerrado-Pantanal
Xingu
Publicações do WWF-Brasil
Visão da biodiversidade da Mata Atlântica
A encruzilhada socioambiental

Referências
Ball, I.R., H.P. Possingham, and M. Watts. 2009. Marxan and relatives: Software for spatial conservation prioritisation. Chapter 14: Pages 185-195 in Spatial conservation prioritisation: Quantitative methods and computational tools. Eds Moilanen, A., K.A. Wilson, and H.P. Possingham. Oxford University Press, Oxford, UK.
Margules, C. R. e R. L. Pressey. 2000. Systematic conservation planning. Nature 405: 243-253.
Rodrigues e Brooks 2007 Shortcuts for biodiversity conservation planning: The effectiveness of surrogates. Annual Review of Ecology, Evolution, and Systematics 38: 713–737.
Trindade-Filho J. e R. Loyola. 2011. Performance and Consistency of Indicator Groups in Two Biodiversity Hotspots. PlosOne 6: e19746.

ECOLOGIA DA PAISAGEM...

 / ©: WWF / Michel ROGGO



À medida em que as atividades humanas foram ocupando as mais variadas regiões do planeta, passamos a identificar diferentes peculiaridades entre essas áreas. Lagos, montanhas, planícies, desertos, oceanos, animais, plantas, culturas, sociedades... Há sempre algo característico em cada pedacinho do planeta que o faz único. Tal como a sensação que nos faz sentir em casa ou mesmo longe dela.
A Terra é repleta desses pedacinhos chamados paisagens. Ela é definida como uma porção distinta e mensurável do espaço na qual se apresenta um padrão espacial com a interação e repetição ao longo desta unidade, entre vários elementos do terreno (agricultura, estradas, florestas, rios, áreas urbanas etc), suas perturbações (ciclone, atividades humanas, erosão etc) e geomorfologia. Portanto, ela é heterogênea e pode ser vista de várias formas de acordo com quem a vê. Essas diversas maneiras em se perceber a paisagem, resultam em variadas interpretações do mesmo espaço.
Ao mesmo tempo em que cada paisagem é singular, traz também um aspecto de generalidade percebido em escala regional. Uma região é uma grande área geográfica composta por várias paisagens. Algumas delas, independentemente se estão na mesma região ou não, podem apresentar elementos similares. Paisagens de agricultura, por exemplo, apresentam características semelhantes, independentes de sua localização.
No Laboratório de Ecologia da Paisagem procuramos estudar as paisagens para, identificar quais são as ações prioritárias para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável das comunidades humanas. 
A Ecologia da Paisagem nos orienta na construção desse caminho. Ela ainda se desponta como um conhecimento emergente. Alguns a chamam ciência, outros disciplina. O fato é que ela traz uma série de questionamentos, teorias e ferramentas para se compreender a estrutura e a dinâmica das paisagens em diversas escalas temporais e espaciais. Nessa abordagem espacial de análise são utilizadas imagens de satélite, fotografias aéreas, geoprocessamento, GPS etc.
Esse arcabouço técnico e teórico traz subsídios tanto para o estudo das interações do homem com o seu ambiente, quanto para compreender os processos ecológicos. A aplicação da Ecologia da Paisagem pode estar relacionada com o planejamento da ocupação territorial, incluindo paisagens naturais e culturais, no manejo de recursos naturais e na conservação da diversidade biológica.
O homem é o principal agente nas mudanças ocasionadas na Terra. Qualquer esforço de planejamento de nossas paisagens deve incluir a espécie humana em toda a sua complexidade, além de buscar entender os padrões espaciais de organização da natureza. A Ecologia da Paisagem traz uma abordagem coerente com essa necessidade. 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL




RISCOS DA RECICLAGEM MANUAL DE LIXO ELETRÔNICO


O Laboratório Federal para Ciência e Tecnologia de Materiais da Suíça (Empa) registrou os principais centros de reciclagem informal de lixo eletrônico em 11 países do mundo, em um esforço para chamar a atenção sobre os perigos da contaminação causados pelo processo.
O chefe do departamento científico da instituição, Mathias Schluep, disse à BBC Brasil que os países do oeste da África são os principais receptores de eletro-eletrônicos europeus e norte-americanos de segunda mão, parte dos quais se transforma rapidamente em lixo.
O transporte do lixo eletrônico, proibido internacionalmente, é feito de maneira clandestina para países africanos e asiáticos misturado a carregamentos de eletrônicos de segunda mão importados de países desenvolvidos.
"Os equipamentos usados são revendidos na África e na Ásia preços muito baixos. No entanto, cerca de 30% deles chegam quebrados. Metade deste total é consertada e revendida e a outra metade é descartada imediatamente", disse Schluep.
Em Gana, um dos principais receptores de eletrônicos europeus de segunda mão na África, testes feitos em uma escola próxima a um centro de reciclagem informal mostraram níveis de chumbo, cádmio e outros poluentes cerca de 50 vezes acima dos níveis considerados seguros.
Na China e na Índia, os maiores países receptores e recicladores de lixo eletrônico na Ásia, trabalhadores realizam - manualmente e sem proteção - a separação de metais de placas de circuito, que liberam resíduos tóxicos no solo e nos rios.
A instituição suíça oferece treinamento e apoio a recicladores em diversos países, em parceria com governos, agências da ONU e empresas de eletrônicos, como a Microsoft, a Nokia e a Hewlett Packard.
De acordo com Schluep, a reciclagem e a extração de materiais de televisores, celulares e computadores quebrados é vista como oportunidade para milhares de comunidades mais pobres, em meio a alertas sobre a possível escassez de metais essenciais para a construção de equipamentos eletrônicos.
O Empa estima que em 100 mil celulares haja cerca de 2,4 quilos de ouro, mais de 900 quilos de cobre e 25 quilos de prata, que valeriam mais de US$ 250 mil (R$ 430 mil) se fossem completamente recuperados.

ECOSSISTEMA




Ecosistema que inclui os seres vivos e o ambiente, com suas características físico-químicas e as inter-relações entre ambos; biogeocenose, biossistema, holocenose...


Ecossistema (grego oikos (οἶκος), casa + systema (σύστημα), sistema: sistema onde se vive) designa o conjunto formado por todas as comunidades bióticas que vivem e interagem em determinada região e pelos fatores abióticos que atuam sobre essas comunidades.1

Consideram-se como fatores bióticos os efeitos das diversas populações de animais, plantas e bactérias umas com as outras e abióticos os fatores externos como a água, o sol, o solo, o gelo, o vento. Em um determinado local, seja uma vegetação de cerrado, mata ciliar, caatinga, mata atlântica ou floresta amazônica, por exemplo, a todas as relações dos organismos entre si, e com seu meio ambiente chamamos ecossistema. Ou seja, podemos definir ecossistema como sendo um conjunto de comunidades interagindo entre si e agindo sobre e/ou sofrendo a ação dos fatores abióticos.

São chamados agroecossistemas quando além destes fatores, atua ao menos uma população agrícola. A alteração de um único elemento pode causar modificações em todo o sistema, podendo ocorrer a perda do equilíbrio existente. 

O conjunto de todos os ecossistemas do mundo forma a "Biosfera".



A delimitação do ecossistema depende do nível de detalhamento do estudo. Por exemplo, se quisermos estudar o ecossistema de um canteiro do jardim ou do ecossistema presente dentro de uma planta como a bromélia.

                                   




BRASIL INVESTIRÁ R$ 10MILHÕES NA PROTEÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO











Efeito Estufa

Recursos serão usados em projetos para tirar de circulação os hidroclorofluorcarbonos, responsáveis por destruir a concentração de gás ozônio...


O Brasil investirá US$ 3 milhões (R$ 9,9 milhões) na proteção da camada de ozônio. Os recursos, provenientes de doações de países desenvolvidos, serão usados em projetos para tirar de circulação os hidroclorofluorcarbonos (HCFCs), substâncias ainda usadas em espumas e em equipamentos de refrigeração e responsáveis por destruir a concentração de gás ozônio, que protege o planeta dos raios ultravioletas.


INICIATIVAS PARA MINIMIZAR O PROBLEMA DO LIXO ELETRÔNICO




        Resultado de imagem para fotos de lixo eletrônico reciclar

Iniciativas para minimizar ou sensibilizar as pessoas sobre o problema...


Apesar dos problemas, algumas soluções já despontam. Empresas especializadas em montagem de computadores estão reaproveitando peças antigas para montar computadores e revender para setores que não necessitam de grande poder de processamento para atuar. Empresas pequenas ou no início de suas atividades também podem adquirir computadores reciclados. Mas a seguir cito algumas experiências interessantíssimas.

A Itautec é um exemplo de como faturar com o e-lixo. No ano passado, ela faturou 195 mil reais com a comercialização de seus equipamentos obsoletos e material usado (referência 3).

O Sebrae está incentivando este novo tipo de mercado para a abertura de novos negócios. Ela cita a experiência de empresas de reciclarem de material eletroeletrônico. Os materiais obtidos da reciclagem dos computadores e outros equipamentos (fios de cobre, metais, vidro etc) viram matéria prima para novos usos pela indústria. O vidro dos monitores, por exemplo, pode virar piso. O entrave para a expansão neste caso é a falta de uma estrutura de coleta dos equipamentos. Ai temos um paradoxo: existe muito lixo para ser reciclado e negócios para serem expandidos ou criados, porém não existe uma coleta regular deste material que forneça a matéria prima para as empresas. Segundo o Sebrae, o principal motivo para isto é a falta de uma regulamentação por parte do governo que obrigue os fabricantes a coletarem o material e encaminharem para a reciclagem. Outro motivo apontado é a falta de divulgação dos serviços de reciclagem, bem como onde o usuário pode levar seu equipamento antigo para um correto descarte.

Outra ação interessante é a do belga Etienne Delacroix, que atua no Brasil desde 2003, e desenvolve um projeto de reciclagem do lixo tecnológico e esteve presente na Campus Party 2008. Uma interessantíssima reportagem que pode ser lida na referência 2.

A CETESB (Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Básico e de Defesa do Meio Ambiente) implantou o projeto TI-verde que visa diminuir o impacto ambiental proveniente dos equipamentos eletrônicos, tanto da própria instituição quanto de outras fontes. Através do credenciamento de empresas de reciclagem e emissão de licenças de instalação e operação, acompanhamento dos índices de reciclagem, balanços de quantidade de lixo, desenvolver campanhas de educação ambiental além de encaminhar seus próprios equipamentos obsoletos para operações internas para doação a instituições direcionadas para a inclusão digital. Outros equipamentos obsoletos serão encaminhados para a reciclagem. Além disto está previsto a criação de um índice de reciclagem que reflitam as quantidades de material reciclado com também os riscos associados aos elementos presentes em tais equipamentos. Outra possibilidade que está em estudo seria a parceria com outros órgãos como o Correios, onde os equipamentos usados poderiam ser entregues para depois serem encaminhados para os devidos locais de reciclagem ou doação.

Metas Projeto TI-Verde



Alertar para a problemática do lixo eletrônico;
Promover o desenvolvimento da indústria de reciclagem do lixo eletrônico
Promover parcerias para Campanha de Educação Ambiental e para coleta dos micros domésticos;
Promover o reuso de equipamentos, aumentando seu tempo de vida e reduzindo a quantidade de lixo eletrônico;
Promover a Inclusão Digital através do reuso de microcomputadores;
Evitar a contaminação ambiental e a saúde pública devido à disposição incorreta do lixo eletrônico.

O IEEE (instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos ) estabeleceu padrões para desempenho ambiental dos computadores pessoais (PCs), notebooks e monitores:

  • Redução/eliminação de materiais prejudiciais ao ambiente como cádmio, mercúrio, chumbo, cromo hexavalente, PVC, etc;
  • Seleção criteriosa dos materiais;
  • Projetar prevendo o fim da vida útil: mínimo de 65% de material reciclável, mínimo de 90% do material reciclável ou reutilizável;
  • Aumentar a longevidade do produto através da expansão do ciclo de vida do mesmo;
  • Prever a possibilidade de atualização (upgrade);
  • Conservação de energia: Energy Star
  • Gerenciamento do final da vida: retorno ao fabricante, auditoria aos parceiros de reciclagem, reciclagem das baterias recarregáveis;
  • Desempenho corporativo: existência de Política Corporativa Ambiental consistente com a ISO 14001;
  • Embalagem: 90% reciclável ou reutilizável .

Uma resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente de 1999 obriga os fabricantes de equipamentos a coletar, armazenar e reciclar as baterias utilizadas em seus equipamentos. Mas para isto o cliente deve leva-las às lojas. Segundo a revista Época, a Motorola coleta em todo o país 20 toneladas de baterias anualmente. Segundo a mesma revista a operadora Vivo recolheu 7 mil baterias nos anos de 2002 e 2003 e as revendeu para empresas do exterior. A operação resultou em R$ 160 mil de arrecadação, que foram doados a entidades assistenciais. 


Na Inglaterra foi criado um homem feito de sucatas de lixo eletrônico, baseado no que um ciadão (inglês) consome durante sua vida.

escultura feita de lixo eletrônico

GREENPEACE


O greenpeace criou um ranking dos fabricantes de eletrônicos e suas iniciativas para serem mais ambientalmente responsáveis. Você pode conhecer este ranking visitando o endereço www.greenpeace.org/electronics (em inglês)

Empresas mais ecologicas


Mas o que nós podemos fazer, afinal?